~°o.O вσявσℓєтαѕ ѕãσ fℓσяєѕ qυє σ νєитσ тιяσυ ραяα ∂αиçαя O.o°~


07.03.09


A mulher da brasília amarela.

 

 

Lá na rotatória do lago azul com a avenida 40 tem uma mulher que vende frutas em sua brasília amarela.

Não faz muito tempo que ela começou a vender frutas lá, acho que alguns meses só.

Ela começou vendendo abacaxis. Devia ter pensando assim:“Minha vida tá tão cheia de abacaxis, vou vender alguns e tirar um lucro com eles”. Encheu a parte traseira de sua brasília e foi lá na rotatória vende-los. Fez uma placa: 3 abacaxis pérola, por 5 reais. E vendeu tudo!

Sempre compro abacaxis dela, são daqueles abacaxis bem miudinhos e doces como mel.

Hoje fui caminhar no lago e ela estava lá e pude reparar de perto como sozinha, ela e a brasília amarela formaram uma quitanda móvel. Ela estava vendendo laranjas, 20 por 2 reais. Morangas, caixinhas de uva, ovos e saquinhos de pipoca e de alho, tudo embalado de maneira simples, mas caprichosa. Até avental para atender ela usa agora.

Ficou aconchegante o cantinho dela. Uns retalhos de encerado no chão como tapetes, banquinho, um rádio, tudo embaixo de uma árvore grandona. Um isopor e um galão de água, uma mesinha com algumas revistas e jornal. Ela passa o dia lá. Horário comercial mesmo.

Nesse dia internacional da mulher, eu aqui que ela nem se lembra da cara, decidi fazer uma homenagem para ela, que para mim, é um exemplo da força feminina que consegue fazer dos abacaxis da vida, uma quitanda móvel.

Quem for daqui da minha cidade, convido a passar lá, na rotatória do lago azul, com a avenida 40, comprar os doces abacaxis da mulher da brasília amarela. E contem pra ela se puderam que a força, a perseverança e a coragem dela, inspiraram alguém a ponto de fazer dela, a musa do dia internacional das mulheres e contar aqui no mundo virtual sobre ela e até fazer uma propaganda do exemplo de bravura que vê nela e dos doces abacaxis que ela vende.

Salve, salve mulheres!

Com cheiro de ervas, flores e frutas, cantam encantam, inspiram e fazem acontecer.

 

Beijo no coração.

 

Falena.

Escrito por gℓα∂уѕ às 19h25
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27.02.09


ÁGUAS...

 

Hoje eu sonhei com águas...

Eu entrava num rio, de águas limpas, mas com tantas algas, que eu me assustava com isso. Elas nasciam nas pedras, no fundo do rio e toda vez que eu sentia que elas me tocavam a pele, eu me assustava com o contato.

E isso me fez olhar mais de perto para as tantas água...

Quero ser sempre água de rio, onde brota a vida, onde se junta limbo, onde peixes procriam...Quero sempre ser água de rio, onde tantos têm medo de entrar, por acharem que lá tá cheio de bichos medonhos lá, que picam, que mordem...

Jamais quero ser água de piscina, artificial, parada e mantida linda às custas de produtos estranhos a natureza das águas....Somente águas serenas se propicia a vida e a criação

Que eu possa pela força criadora da Deusa que habita em mim, ser sempre água de rio, que corre de encontro ao mar.

 

Falena...

 

Escrito por gℓα∂уѕ às 15h51
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30.11.08


Encruzilhadas da vida.

 

Quantos caminhos percorri, quantos atalhos escolhi quantas curvas do destino eu vi chegar.

Pelas trilhas do destino traçado, chegando sempre em trinas vias entrelaçadas.

Que nas escolhas feitas até então, moldam meu ser, alma corpo, coração e opinião.

 

Ó Senhora da Encruzilhada...Por quantas dúvidas ainda ainda queres me educar?

Quantas de-cisões ainda terei que encarar?

Quantos momentos meus olhos vão espelhar?

Pequenos retalhos de sua grande verdade.

 

É a vida que segue, é a morte que chega.

Revelando acasos, encruzilhadas da vida.

 

Falena...

Escrito por Gladys~* às 15h56
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04.06.08


Cada um dá o que tem.

Quem tem amor e luz, distribui por onde passa dádivas dessa natureza. Porém, há aqueles que por onde passam, deixam um rastro de infelicidade, dor, discórdia...Tudo seca por onde eles passam. Isso porque suas naturezas são de veneno, de rancor, só têm por dentro o veneno de suas emoções sujas...má-águas...veneno...re-sentimento...pessoas que desconhecem valores de amizade, de amor, valores do bem. Só restam à essas pessoas invejar, vampirizar e tentar destruir o que de bom os outros têm e elas não.

Mas quem tem amor, tem a fonte sagrada que a tudo faz nascer e renascer. Fonte essa que esses seres tão mesquinhos, correm com seus copinhos encardidos para encher e se abastecer, mas quando abastecidos, mesmo que momentaneamente, sempre viram as costas dando uma cuspidinha na fonte sagrada que vampirizou.

Quem é fonte, com isso sofre o processo de purificação, de transmutação, mas nunca perderá sua natureza de fonte. Porém o vampiro, seca e morre.

Escrito por Gladys~* às 13h05
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24.04.08


Blog em construção!!!

Escrito por Gladys~* às 16h23
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18.04.08


GRATIDÃO!

Tem dias que tenho sensações que não consigo compreender.

 

Um turbilhão emocional invade, lágrimas brotam, mas não são de tristeza...

 

Posso dizer cansaço, posso dizer orgulho de ter chegado onde cheguei, quando me recordo de tudo que já passei e posso dizer gratidão, pelo amparo que tive no decorrer do caminho pra chegar onde estou.

 

Numa retrospectiva de momentos que passei, revendo minha “colcha de retalhos”, se tivesse que descrever tudo com uma só palavra, essa seria essa intensidade.

 

Uma intensidade que só eu vivi, por momentos dividi com pessoas que cruzaram meu caminho, por vezes e na grande maioria, ela foi só minha.

 

Intensidade de alegrias, de luta, de dor, de amor, de indignação e agora... intensidade de fé, de certeza que completei um ciclo e recomeço outro que nem sei como será, mas carregará aprendizados, carregará emoções transmutadas... e tais coisas, não dão peso, dão sustentação apenas!

 

Minhas infindas gratidões e reverências aos mestres que cruzaram meu caminho, visíveis ou invisíveis, declarados ou não, pequenos ou grandes, velhos ou novos, ricos ou pobres, reconhecidos ou não por mim.

 

Alegre encontro, alegre despedida e alegre reencontro!

 

 

Escrito por Gladys~* às 15h46
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20.03.08


O POÇO.

Era uma vez um poço...Profundo...Escuro...Úmido e com água no fundo.

Algumas avencas e samambaias pregadas nas paredes, denunciavam a vida interior...

Para dentro dele muitas pessoas espiavam para ver o que tinha lá dentro, olhares curiosos...

A alma do poço era uma ninfa, a Ninfa do Poço, como era conhecida na região.

A ninfa costumava  avisar, “não se aventure para dentro do poço!”, porém, as pessoas não davam ouvidos à ela, achavam besteira as palavras dela, e se aventuravam entrar no poço...Talvez movidos pela curiosidade, ou seduzidos pelo mistério do poço, havia até aqueles que queriam profanar a pureza do poço, beber de sua água, levar um pouco, pois a água dele era curativa, mágica, transformadora...e entravam nele.  O poço os acolhia, permitia que bebessem de suas águas mais puras, águas intocadas, porque todo poço é fonte por baixo, desemboca em lençois infinitos, onde jorram água, renovação da vida. O poço permitia que enchessem seus jarros vazios, acolher e encher jarros, essa era função maior do poço de águas curativas, com alma de ninfa.

Porém as pessoas se enjoam de ficar no poço, se debatiam em angústia e queriam sair dele e saiam, iam embora, deixando a ninfa lá, com o vazio. Diziam, esse poço é muito profundo, sufoca, prende, assusta...

Seria destino da ninfa do poço sentir a solidão e o vazio, daqueles que se aventuram à conhecer seus mistérios, beber de suas águas e depois  ser deixada lá sozinha com seu profundo vazio de poço?

Porque  Deuses de todos os tempos formas e tamanhos não olham para o poço e permitem um guardião na entrada?...Um guardião que cuide, vigie e não deixe aproximarem-se dele os aventureiros que só são movidos pela sedução do mistério que o poço emana? Um guardião em forma de boto talvez, meio homem, meio peixe, que aguentasse a profundidade do poço e se deleitasse em suas águas vez por outra...Sua parte peixe amaria e cuidaria da fonte sagrada do poço, sua parte homem se encantaria com a doçura da ninfa. Que pretendem os Deuses deixando esse poço tão sem dono? Tão sem proteção? Tão só?

Deuses  eu clamo ao Todo! Olhem para o poço!  Cuidem dele!  Fechem sua entrada e permita que nasçam ao redor dele espinhos intransponíveis ao acesso da morada da ninfa, ao acesso da alma da ninfa...Por que com a solidão,  poço e ninfa sabem lidar, nasceram assim,unos e sós, o que maltrata é o vazio deixado pelos que entram, e saem, vem e vão...Que são acolhidos e se sentem sufocados pelo acolhimento, que são cuidados e sentem se assustados e presos pelos cuidados.  Como ninfa e poço não sabem ser diferentes, são profundidade, receptáculo, umidade, escuro de onde se vê a luz e não luz de onde se vê escuridão, natureza de poço  e pronto...Aqueles que entram, reviram demais suas águas serenas do fundo, tocam em águas nunca antes tocadas, deixam suas águas límpidas que é pura lama. Sim, por que sempre haverá terra no fundo, terra e água. Quando entramos por ele, parece que não tem mais fundo, que a profundidade dele é infinita, mas lá no fundo há chão, basta um impulsionar, um pular e sair...E é assim que fazem.  Nem se permitem conhecer os lençois e nadar por esse mundo infinito.

Permita ó Srs, que essas águas permaneçam intocadas, puras...Afaste desse poço os aventureiros que nem fazem idéia do que é ser um poço. Não sabem o que é ser um poço morada, com alma de ninfa. Não sabem como é ser profundo, escuro, úmido e cheio de vida dentro, fora, por toda parte, não sabem o que é ser fonte, não sabem o que é ser o acesso ao mundo dos lençois...Não sabem nada esses pobres aventureiros!

Sendo assim...

Esqueçam do poço. Esqueçam  da ninfa. Esqueçam da fonte e dos lençois. Esqueçam de tudo e permaneçam longe do sagrada morada da ninfa do poço.

Escrito por Gladys~* às 20h15
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13.03.08


Qual o sentido da vida?

 

Queria achar o ponto de luz que esconde o sentido de tudo...

O sentido dessa vida tão mecânica, tão automatizada...nascer, crescer, se fazer, achar parceiros para perpetuar a espécie, trabalhar para viver e se manter vivo....Que chatísse...

Quem colocou a gente aqui? Que brincadeira foi essa?

Qual a razão disso aqui...Ficar nos assistindo?

Queria poder marcar uma conversinha contigo afim de que me esclarecesse minhas tantas e tão borbulhantes perguntas...Será que pode vir aqui para um café? Você é Deus né?

Pois bem...Tô te convidando para um café aqui...Ou sei lá se preferir, podemos tomar uma cerveja juntos, já que isso é o que a maioria dos mortais fazem para se manterem anestesiados dessa vidinha que você inventou.  Já experimentou isso? Te convido para vir ver como a gente usa fazer para se aliviar do tédio de nascer, viver, lutar para se manter vivo até chegar a hora de morrer. Ah...esqueci de te avisar, nesse interim, sofremos demais com a morte, gente que amamos e vai antes que nós. Particularmente acho uma tolice sofrer por isso, mas te confesso, a gente sofre. E acho eu, que sofremos mais por que a morte nos coloca de frente com as perguntas sem respostas que quero lhe fazer no nosso cafezinho, ou nosso pileque, deixo pra que você, Deus, escolha.

Sabe, tem muita gente simples aqui...Nem sonham com isso que tô lhe falando, nem sonham que alguém como eu se atreveria a te perguntar essas coisas...Minhas tantas perguntas, são tabu para essas pessoas, causam medo, muitos me chamam de louca mesmo... Mas quero lhe dizer,  eu sofro com essas dúvidas, minha alma (se é que existe, dizem que sim...mais uma pergunta que vou anotar no meu caderninho para nosso encontro!) entra em rebuliço com tudo isso...

Muitas dessas pessoas que me chamam de maluca, de alienada, considero eu, elas alienadas e malucas...Mas isso é minha óptica, é relativo, vai mesmo da raiz que nos move aqui, muita gente nem se move mais...

Posso ser eu a louca, pode ser que seja a maioria dos seres sem perguntas....Mas isso, você me responde no nosso encontro.

 

Grata pela atenção e compreensão. (Dizem que és muito compreensivo, por isso tomei a liberdade de lhe chamar de “você”, isso é mais íntimo aqui nesse mundinho! Não se ofenda, afinal Nietzschie te matou, eu tô só te convidando para um café!)

Ps: Deus...tudo bem que passei dois dias ouvindo Paganini, talvés embalada nas músicas dele resolvi te procurar. Só para deixar claro que aquela história dele ter vendido a alma para o Diabo, seu arqui-inimigo aliás, pra mim é bobagem. Num liga não, esse povo quando não entende as coisas, acaba inventando. E as músicas de Paganini não são para serem entendidas, só sentidas.

Escrito por Gladys~* às 16h08
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22.02.08


Ressaca moral, depois de um dia que nada dá certo.

Hoje tive vontade que o mundo acabesse!

Que a terra tremesse em sua fúria, tive vontade que o vento soprasse tão forte que a tudo arrastasse, que o fogo ardesse de forma tão violenta que tudo se desintegrasse a minha frente, tive vontade que a água se revoltasse e engolisse a terra...Mas hoje eu só fiz chorar.

Dentro de mim, a fúria da terra fazia meu mundo acabar. O vento de meus pensamentos varriam ilusões infantis de mim mesma. O fogo ardia tão violentamente que meus sonhos se desintegravam diante de meus olhos. E as águas de minhas emoções engoliam –me...Minha reação a tudo era somente deitar e chorar. Pra que lutar, deixe o mundo acabar, deixe a terra tremer, deixe o vento ventar, mas deixe que as águas lavem minha alma através dos meus olhos...

Tem dia que não amanhece, somente anoitece pela manhã. Parece uma inversão de tudo que se conhece, de tudo que se acredita, de tudo  que se busca como felicidade,  tudo se esvai  sem que a gente consiga ter forças para gritar: PARA! CHEGA! ...A gente só quer mesmo é chorar, chorar e deixar que o caos interno impere.

Hoje tive vontade que o mundo acabasse, porque hoje o dia não amanheceu, somente anoiteceu pela manhã.

Escrito por Gladys~* às 20h26
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01.02.08


Os pesos da balança!

Não gosto de entrar em alguns cantos de mim mesma.

Parece aquele quartinho de bagunça que quando entramos  sempre precisa de uma arrumação. Sempre. Por mais que a gente ajeita, por mais que joguemos tralhas fora, sempre vamos nos  deparar com algo a ser arrumado, a ser dispensado, a ser organizado.

E nessa busca por organizar tudo lá dentro, não consigo sair de lá, me deparo com emoções velhas, medos, lembranças...

Tudo nessa vida passa... Coisas boas e coisas ruins...Dores...Amores... Alegrias...Tristezas...
Mas o que aprendemos com tudo isso nunca passa, deixa marcas, deixa muitos registros no quartinho de despejo que sempre precisa de arrumação.

Ao menor sinal da dor se repetir, da ferida se abrir, somos puxados pelas nossas lembranças a esse quartinho.

E a cabeça gira, e o tempo não passa,  temos somente a consciência de que o tempo não passa, nós é que passamos por ele, tempo é uma avenida pela qual trafégamos, indo e vindo, as vezes parando e sendo atropelados pela grande massa que traféga nessa avenida tão cheia de portas...de portais...de becos...

Mas o acesso a essa estranha avenida é mesmo o quartinho. Lá nos consciêntizamos que estamos sempre nessa avenida, e cada ato nosso aqui nessa terra, é mais um cardamaço de coisas para serem  arrumadas no quartinho pessoal de entulhos.

Acredito que a peça fundamental nesse é uma balança de dois pratos...Num prato as dores, no outro prato os amores...Qual pesa mais? Somente com a consciência do que cada prato nos deixou, podemos ter consciência do que pretendemos ou devemos mesmo colocar a mais no épico quartinho de nossas tantas jornadas por essa vida, por esse tempo, por essa avenida, saber discernir por quais dessas tantas portas devemos entrar, quais dessas tantas portas nos trará amores ou dores à serem acrescidas nos pratos da balança do quartinho.

Somos os transeuntes da avenida, o pesador da balança, mas somos também aquele que escolhe o que deve ou não entrar, ser pesado, somos o faxineiro de lá, mas somos quem desorganiza, suja e as vezes quebra tudo lá, somos até quem quebra a balança do discernimento que pesa o que é certo ou errado, o que é bom ou mal, o que queremos e o que fazemos para obter nosso querer...

Bicho burro...bicho anta...bicho que não aprendeu ainda a virar ser humano, tá tentando aos trancos e barrancos se humanizar...

Bicho que se perde na alameda do tempo, que olha com olhos deslumbrados de criança para todos luminosos neons enganadores, seduzido pelas luzes bonitas...

Bicho que se atrela as teias de tudo que já passou, que já viveu, que aprendeu e ao que desaprendeu...e no ímpeto selvagem de se soltar, se enrosca cada vez mais. Bicho de pouca consciência de si próprio e de seus atos...Oh tristeza...

Para o mundo que eu quero descer!

Escrito por Gladys~* às 15h10
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