Tem dias que tenho sensações que não consigo compreender.
Um turbilhão emocional invade, lágrimas brotam, mas não são de tristeza...
Posso dizer cansaço, posso dizer orgulho de ter chegado onde cheguei, quando me recordo de tudo que já passei e posso dizer gratidão, pelo amparo que tive no decorrer do caminho pra chegar onde estou.
Numa retrospectiva de momentos que passei, revendo minha “colcha de retalhos”, se tivesse que descrever tudo com uma só palavra, essa seria essa intensidade.
Uma intensidade que só eu vivi, por momentos dividi com pessoas que cruzaram meu caminho, por vezes e na grande maioria, ela foi só minha.
Intensidade de alegrias, de luta, de dor, de amor, de indignação e agora... intensidade de fé, de certeza que completei um ciclo e recomeço outro que nem sei como será, mas carregará aprendizados, carregará emoções transmutadas... e tais coisas, não dão peso, dão sustentação apenas!
Minhas infindas gratidões e reverências aos mestres que cruzaram meu caminho, visíveis ou invisíveis, declarados ou não, pequenos ou grandes, velhos ou novos, ricos ou pobres, reconhecidos ou não por mim.
Alegre encontro, alegre despedida e alegre reencontro!


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